sábado, 22 de dezembro de 2012

Feliz Natal e um Próspero 2013.

Olá pessoal. Vou utilizar esse post, provavelmente o último do ano para lhes enviar essa mensagem.
 
O Natal chegou. Com ele nossas esperanças, nossos novos sonhos. Que nossas esperanças estejam sempre vivas, e que nossos sonhos tornem-se realidade. E que neste Natal o amor, a fé e a esperança estejam presentes em cada um de nós, que a cada novo dia do ano que está para começar estejamos iluminados. Feliz Natal, para você e a todos os seus familiares e que 2013 seja um ano de muitas realizações tanto profissionais como pessoais para todos nós.
 
Queria também agradecer a todos que têm acompanhado esse blog apesar das poucas atualizações no segundo semestre. A partir do próximo semestre espero poder estar  atualizando o blog com mais frequência. Aguardem novidades.
 
Boas Festas!!

sábado, 17 de novembro de 2012

Visão Geral de Lean e Seis Sigma


Seis sigma...

· Reconhecer oportunidades e eliminar defeitos definidos pelos clientes.

· A variação prejudica a capacidade de entregar serviços de forma confiável.

· Decisões são baseadas em dados e utilização de ferramentas da qualidade para solução eficaz de problemas.

· Infra-estrutura cultural eficaz na obtenção de resultados sustentáveis



Lean...

· Tem como foco a maximização de velocidade do processo.

· Oferece ferramentas para análise de fluxo de processo e tempos de atrasos em cada atividade do processo.

· Separa trabalho “adicionador de valor” do “não adicionador de valor” com ferramentas para eliminar as causas-raiz de atividades não-adicionadoras de valor e seu custo.

· Oferece um meio de quantificar e eliminar o custo da complexidade.

Referência:
GEORGE, Michael L. Lean Seis Sigma para Serviços. Rio de Janeiro Qualitymark, 2004.

domingo, 7 de outubro de 2012

Cursos gratuitos IETEC



O IETEC - Instituto de Educação Tecnológica oferece cursos gratuitos, alguns de forma online através de seu portal e outros de forma presencial. 
Os cursos são das seguintes áreas:  
  • Gestão e Tecnologia da Informação
  • Gestão de Projetos
  • Gestão e Tecnologia Industrial
  • Meio Ambiente
  • Manutenção 
  • Inovação e Criatividade
Os cursos online ficam disponíveis durante 30 dias após a inscrição ser concluída e é possível a impressão do certificado.

Leia também:


sábado, 8 de setembro de 2012

Lean Seis Sigma em Serviços

Por Júlio César Pereira
O Seis Sigma é uma metodologia que visa à melhoria de processos, redução da variabilidade e maximização do lucro. A abordagem mais comum e utilizada pelo seis sigma é a redução de defeitos. Mas também é uma ferramenta que permite buscar a causa raiz de problemas e qualificação de ganhos através de ferramentas como o DMAIC (Definir, Medir, Analisar, Melhorar e Controlar) além de requerer a supervisão para as equipes de projetos alocadas – os Black Belts.
O lean é uma ferramenta utilizada para eliminação de desperdícios e melhora do fluxo do processo. Essa ferramenta elimina atividades que não agregam valor, reduz o lead time, níveis de estoques desnecessários e tempos de parada.
A utilização destas duas ferramentas associadas melhora a velocidade, a qualidade e o custo do processo simultaneamente.
O grande sucesso dessas metodologias fez com que atualmente o Lean Seis Sigma venha sendo utilizado para tomadas de decisões estratégicas de organizações como definição de estratégias de crescimento, melhoria de serviços prestados a clientes, aumento da eficiência no varejo e principalmente redução de custos.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Como criar um produto de sucesso?


Júlio César Pereira

Darlan Deparolis

Marcelo Rabelo

 

Como já mencionado para elaborar um projeto de sucesso o segredo do marketing epidêmico está na capacidade de inovação e apoiado nos conceitos de Satisfação, Simplicidade, Segmentação e Alvos programados.

Na Fase de planejamento do projeto, devem-se levantar todos os aspectos sobre o produto e possibilidades de uso, assim como suas dependências e fazendo testes de aceitação do público alvo. O maior exemplo disso foi o lançamento dos Post-it pela 3M.

As pessoas não sabiam o que fazer com os bloquinhos, além de não quererem gastar com um produto que competia com o papel de rascunho. Então o Marketing da 3M teve a brilhante idéia que ficou conhecida como a “Blitz de Boise”, ao encher o mercado de artigos para escritório com amostras grátis de Post-its e depois constataram que 90% dos consumidores que experimentaram o produto diziam que o comprariam.

No ramo alimentício temos exemplo do produto Amanditas que originalmente se tratava de refugo da linha de produção e foi ofertado ao mercado gerando grande aceitação e sucesso de vendas passando então a ser produto de linha.

E também o caso das Havaianas citadas no post anterior, onde a empresa teve que desenvolver um novo projeto de produto e marketing para atingir novas classes de consumidores no Brasil e no mundo.

Um projeto bem desenvolvido gera  uma  marca de  produto bem elaborada que traduz ao cliente as fortaleza da empresa pela qual ela passará a ser reconhecida.

Existem muitas marcas que são sinônimos de requisitos do mercado e traduzem um conceito ou um padrão ao cliente como por exemplo Brastemp; Ferrari;Rede Globo; Walt Disney ; etc.

Os carros da marca Volvo são reconhecidos como os veículos mais seguros do mercado pelos especialistas deste seguimento, fato resultante do tipo de mercado para o qual este produto foi desenvolvido.

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Gestão de Projetos x Marketing Industrial


Júlio César Pereira

Darlan Deparolis

Marcelo Rabelo

Utilizando os conceitos e técnicas das disciplinas Gestão de Projetos e Marketing Industrial, é possível estabelecer os fundamentos da condução eficaz de projetos, voltados à implementação de ações de Marketing Industrial de forma estruturada, compromissados com a adoção de práticas inovadoras que, incorporadas à operação permanente da empresa, contribuem de forma decisiva para a consolidação de relacionamentos baseados na criação de valor no foco dos clientes.

A aplicação dos conceitos das duas disciplinas cria um diferencial competitivo agregador de valor no mercado.

A diferenciação no mercado também depende dos serviços agregados aos produtos. O produto em si não representa um elemento de destaque, já que qualidade e preço podem ser semelhantes em diferentes fornecedores. É a partir da oferta de produtos+serviços que uma empresa pode se destacar. O importante é somar valores ao produto final que sejam percebidos pelo cliente. Estes valores estão ligados às necessidades da empresa que podem se referir à logística, distribuição, prazo, atendimento, entre outros.

Mas como a relação entre empresas - o business to business - não é uma via de mão única, é importante que a empresa-fornecedora saiba escolher suas empresas-clientes. Assim, é possível contribuir para o desenvolvimento e o crescimento dos parceiros de negócios. “O Marketing Industrial olha a relação de ambos os lados. Se por um lado o fornecedor está focado no desempenho do cliente, por outro, o cliente precisa cuidar bem do fornecedor para garantir sua manutenção. É uma relação efetivamente de parceria”, sugere Masini.

A Escola de Marketing Industrial (EMI), centro de aperfeiçoamento e desenvolvimento de competências no relacionamento entre empresas sob a ótica da Inovação e do Valor, instiga os executivos a repensarem suas formas de enxergar o mundo empresarial.

Este objetivo é alcançado por meio de programas focados em diversas áreas essenciais à boa aplicação do marketing como gestão, estratégia, fundamentos e programas instrumentais, essenciais aos bons resultados.

Com um objetivo comum as disciplinas têm foco no cliente. A aplicabilidade destas disciplinas visa o universo do cliente por meio do Marketing Industrial, mostrando uma forma reveladora de pensar e agir, que só será possível por intermédio da leitura e da percepção de reais necessidades – nem sempre verbalizadas. A partir desse entendimento, conceitos e práticas são discutidos para propiciar a criação, por antecipação, de soluções de valor inovadoras.

Questões fundamentais para o marketing industrial; Ambiente de negócios e sua evolução; Estratégias diferenciadoras de marketing industrial; Construção de Alianças no Marketing Industrial; Gestão e Mobilização de Talentos para a construção de Valor ; Comunicação em Marketing Industrial; Gestão da Marca em Marketing Industrial; Finanças em Marketing Industrial; Sistemas de Gestão em Marketing Industrial; Gestão do Capital de Valor e Desenvolvimento de Produtos no Foco do Cliente são melhor administradas utilizando as técnicas de Gestão de Projetos.

Com a aplicação de conceitos das duas disciplinas é possível alcançar os seguintes resultados:

·        projetos estruturados de marketing.

·        Entendimento sobre as variáveis que influenciam a identificação de ações de marketing consideradas prioritárias e a forma mais adequada para seu tratamento.

·        Capacitação para a gestão de equipes multidisciplinares, mobilizadas para a concepção de alternativas de ações de marketing e sua efetiva implantação.

·        Domínio da arte do “fazer acontecer”.

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Aplicabilidade de conceitos de Gestão em Marketing e Gestão de Projetos




Júlio César Pereira

Darlan Deparolis

Marcelo Rabelo



Resumo



Este texto apresenta uma análise do artigo: Como transformar seu produto em mania, de Arthur D. Little, construído a partir de questões baseadas nas disciplinas de Gestão da Projetos e Marketing Industrial.

Palavras-chave: Gestão, Projeto, Marketing, Propaganda.



1    Introdução




Para continuar em expansão, a indústria brasileira deve investir cada vez mais em relacionamento e entender que a propaganda de massa nem sempre é aplicável à comunicação entre empresas, sempre se guiando por três dimensões: respeito, ética e prosperidade. “O respeito tem a ver com o passado e a história que foi construída. A ética está ligada ao presente, a uma relação absolutamente clara e transparente. A prosperidade é o motivo que leva uma empresa -fornecedora a firmar uma parceria com uma empresa-cliente e está ligada ao futuro”, acredita o presidente do Instituto de Marketing Industrial e da Escola de Marketing Industrial.
“O relacionamento no Marketing de Consumo tem o objetivo de criar uma relação mais emocional com o consumidor. No Marketing Industrial, a proposta é melhorar o desempenho do cliente”, explica Augusto Masini, Coordenador de Relacionamento com Clientes da área de Engenharia da Petrobras, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para o jornalista canadense Malcolm Gladwell o "marketing epidêmico" transforma um novo produto em necessidade para a sociedade.

Se você deseja que seu produto ou marca mude a visão do consumidor e se torne uma necessidade no mercado, siga quatro lições para mudanças de grande impacto ensinadas por Gladwell: Velocidade da mudança - Idéias inesperadas - Rever conceitos - Poder social .

O Texto apresentado (Como transformar o seu produto em mania) demonstra com clareza estudos e trabalhos de marketing que obtiveram sucesso aplicando as técnicas apresentadas na disciplina Marketing Industrial.

O marketing epidêmico somente é possível se atender a teoria de Maslow relativas as necessidades de auto-realização, de estima, sociais, de segurança e psicológicas .

OS conceitos de PROMOÇÂO, apresentados na disciplina  Marketing Industrial  (venda, publicidade/propaganda,força de venda, relações públicas e marketing direto) são muito fortes no marketing epidêmico.

O grande segredo do marketing epidêmico está na capacidade de inovação .

 Para Arthur D. Little o princípio do marketing viral, está apoiado em quatro conceitos:

·        Satisfação: acertar da primeira vez é a base para o marketing viral positivo.

·        Simplicidade: a inovação deve ser memorável e fácil de explicar.

·        Segmentação: a ordem é começar muito pequeno e pensar muito grande.

·        Alvos programados: é preciso saber atingir mais depressa a massa crítica em cada segmento de mercado.

sábado, 4 de agosto de 2012

Gestão da Qualidade

Leia também o post Operações de Produção.
 
Todos os conceitos e abordagens para qualidade conforme definidos por David Garvin, se aplicam ao negócio e sistemas de gestão da planta da VW objeto deste estudo.
Os produtos e processos desenvolvidos abordaram os conceitos de:
  • · Transcendental: Sinônimo de beleza, atratividade e excelência nata, situação encontrada em produtos ou serviços que são reconhecidos pela qualidade em tudo que fazem.
  • · Baseada no produto: Se o produto realiza aquilo que se espera, inclusive na diversidade de algumas características adicionais que agregam valor ao produto.
  • · Baseada na produção: conformidade do produto às suas especificações dentro de padrões de desempenho pré-estabelecidos, 
  • · Baseada no consumidor: o reflexo das preferências do consumidor, se o consumidor estiver satisfeito o produto tem qualidade. Este é o conceito mais difícil de estabelecer, pois depende da impressão pessoal de cada um. 
  • · Baseada no valor: Desempenho ou conformidade a um preço aceitável. Qualidade quer dizer o melhor para certas condições do cliente. Pode ser a exclusividade que é vista como um diferencial de qualidade.
 O conceito de Qualidade traduz a capacidade que uma organização em atender e surpreender os seus clientes, com produtos ou serviços que atendam suas necessidades com valor de mercado, dentro das especificações do projeto, com baixo custo para fabricação, que traga segurança ao cliente no seu uso, não implicando em serviços e itens adicionais para o seu funcionamento, na quantidade e tempos certos de acordo com as necessidades do cliente.
Sistema de gestão para Produto de alta tecnologia e valor agregado exigem que todas as dimensões de qualidade sejam validadas e garantidas para manter o ciclo de vida do produto.
As dimensões da qualidade de Desempenho, Características do produto/serviço, Confiabilidade, Conformidade, Durabilidade, Atendimento, Estética, Qualidade percebida necessitam ser desdobradas e controladas no sistema.
A evolução dos conceitos de gestão da qualidade permite classificar a era em que as organizações se encontram. A VW na gestão da fábrica Transparente atinge o Ciclo de gestão total da qualidade por ter qualidade pessoal com nível de maturidade otimizada, qualidade departamental, de produtos, de serviços e de empresa.
Este ciclo evolutivo se caracteriza em:
  • · Foco: Nesta era a qualidade é vista como um elemento de impacto estratégico. Elementos como missão, visão e valores são integrados a gestão da qualidade, os programas de qualidade agora são chamados de sistemas integrados de gestão da qualidade.
  • · Visão: A visão geral dos negócios, estabelece a qualidade como um diferencial competitivo a ser alcançado. A qualidade agora é obrigação não mais necessidade.
  • · Ênfase: A ênfase adotada está na análise ambiental, as necessidades do mercado e do cliente são determinadas via estudos do ambiente do negócio.
  • · Método: O método para elaboração dos programas de qualidade estão relacionados com o planejamento estratégico, com os objetivos dos negócios e suas visões de futuro, a mobilização para a qualidade vem de cima.
  • · Responsável: A responsabilidade pela qualidade é de todos os departamentos e da alta administração fortemente.
Com a evolução dos sistemas as ferramentas da qualidade se multiplicaram e podem ser classificadas em 3 grupos:
A. Ferramentas básicas: Folha de Coleta de Dados, Diagrama de Pareto, Estratificação, Diagrama de Causa e Efeito,Histograma, Diagrama de dispersão e Gráfico de controle
B. Ferramentas gerenciais: Diagrama de Afinidades, Diagrama de Relações, Diagrama de Árvore ou Sistemático,Diagrama de Matriz, Análise de Dados da Matriz, Análise PDPC e diagrama de setas.
C. Ferramentas avançadas: Brainstorming, Benchmarking, 5S´s + 3, 5W2H, Empowerment, QFD/FEMEA, Matriz GUT,Kaizen, TPM . Gestão Produtiva Total, 6 Sigma e ás 8 Disciplinas.
Para o sucesso na gestão da qualidade deve-se buscar a combinação destas ferramentas, com os objetivos organizacionais, deve tomar a forma de um sistema integrado de gestão da qualidade. Cada ferramenta deve ser utilizada com um propósito de integração da estratégia organizacional com a estratégia para a qualidade.
A importância da visão zoon out para a questão do planejamento da qualidade na organização permite usar as ferramentas avançadas,enquanto que as ações para a implantação e ações para a qualidade são feitas internamente no negócio com visão visão zoon in aplicando ferramentas básicas e gerências.

terça-feira, 17 de julho de 2012

Operações de Produção


As variáveis que interferem nas operações de produção necessitam ser medidas e controladas. A unidade da Volkswagen na Alemanha utilizada como modelo para este estudo se caracteriza por alto Volume de output devido ao grau de repetição, especialização, sistematização e grande intensidade de capital envolvido. Tem baixa Variedade de output por trabalhar com poucos modelos ofertados aos clientes, a Variação da demanda está controlada pela produção para estoques permitindo que o processo seja contínuo e operações mistas no Grau de contato com o consumidor, já que foi construída de forma a permitir que o cliente acompanhe o processo de produção da sua encomenda. 

Esta planta foi idealizada para ser de Classe mundial, voltada ao cliente, com características de empresa enxuta, e com os melhores indicadores de Produtividade. Tal nível é possível para empresas que passaram por todas as fases da evolução da produção aproveitando o melhor de cada uma delas. 

A estratégia de desenvolvimento de produtos aplicada é mista (product-out e market-in) procurando maximizar seus recursos e utilizando-se de avançados sistemas produtivos, suportados pela tecnologia da informação que permite acompanhamento da produção pelos clientes e flexibilidade que permite produzir por encomenda ou para estoque. 

Pelo elevado grau de sistematização e automação, técnicas avançadas de desenvolvimento como de análise do valor e de engenharia do valor provavelmente foram aplicadas para analisar as funções de bens e serviços de forma a atingir funções necessárias e as características essenciais da maneira mais rentável. 

A utilização da Técnica de Projeto Modular para obter melhorias com qualidade, redução de prazos, aumento da funcionalidade do produto podem ser aplicadas. 








Engenharia Simultânea devido às vantagens oferecidas em redução do período gasto para o lançamento, melhoria na qualidade; competência técnica e permitir chances de sucesso do produto maiores também são indicadas. 

Dentro das estratégias de negócios a relação cliente-fornecedor para suportar o nível tecnológico e sistêmico desta planta exige uma integração estratégica com os fornecedores. Onde o fornecedor possa decidir estrategicamente com o fabricante o posicionamento do produto no mercado. 

O desenvolvimento de parceria real nos negócios para estruturação de um sistema comakership onde os processos de desenvolvimento (avaliação prévia, diretrizes para programa de melhoria, treinamento e acompanhamento, interações constantes para melhoria de processos; Negociação (contrato prevendo exclusividade,compromisso de informações,repasse de ganhos com melhoria do processo,penalidades do não cumprimento de prazos) são estruturados e confiáveis.


Imagens: Divulgação VW. Fonte: http://www.volkspage.net/artigos/41/

domingo, 8 de julho de 2012

Será que falta mesmo mão de obra qualificada?

Por Júlio César Pereira

Tenho lido em jornais e na internet, visto em telejornais que os gestores falando que tem tido dificuldades em encontrar profissionais qualificados para atuarem em setores específicos de suas empresas. Que faltam engenheiros para atuar nas indústrias brasileiras, falta pessoal para atuar com TI, mão de obra técnica. Como podem ver na minha descrição do blog, sou Engenheiro Eletricista/Telecomunicações, além disso tenho formação técnica em eletrotécnica e uma especialização em Engenharia de Produção e  mesmo assim tenho encontrado dificuldades para atuar dentro da minha área devido a falta de experiência.

Sei de várias empresas automobilísticas, por exemplo, que estão procurando engenheiros para atuar com manutenção, qualidade, desenvolvimento de produtos, mas devido a falta de experiência no ramo automotivo, praticamente não tenho chances nesse setor. Mas se é necessário ter experiência nesse ramo para poder ingressar nele, então eles só poderão contratar funcionários que estão atuando em outras empresas do setor, logo em breve, quer dizer, hoje pra falar a verdade não existem muitas pessoas que cumpram esse requisito. Esse foi só um exemplo do que vem acontecendo em um setor, e na verdade ocorre em vários deles.

Na minha opinião o que falta as empresas hoje é visão. É preciso contratar funcionários com pouca experiência para aprender com os funcionários já experientes da empresa de forma a não deixar o conhecimento desaparecer ou mudar para a concorrência, isso se chama Gestão do Conhecimento. Assim como eu, existem vários pessoas qualificadas por aí, apenas buscando uma oportunidade para mostrar nosso valor e como podemos ser importantes no desenvolvimento da indústria nacional. Não sei o que ocorre nas agência de RH, sei que colocam milhares de requisitos que são quase impossíveis de se encontrar em uma só pessoa. Todos sabemos que existem empresas que só contratam através do QI, mas infelizmente não são todos que tem essa vantagem. Já vi várias pessoas dizerem que na verdade as empresas multinacionais usam esse argumento para conseguirem trazer profissionais de seus países de origem, se for o caso cabe ao governo brasileiro tomar uma atitude. 

sábado, 30 de junho de 2012

Gestão de Custos



Como elemento do sistema de gestão da produção temos a gestão de custos. O foco dos sistemas de produção em ser eficientes não pode ser completo se não estiverem alinhados com a visão de negócio. Uma perspectiva que deve ser bem entendida e controlada está relacionada com princípios e métodos de custeio dos processos. 

Baseada na publicação de SCHIER, os princípios de custeio mais indicados a atividades de manufatura avançadas levando-se em conta as variáveis do processo produtivo são o Custo Variável ou Custo Integral; considerando-se que produção está ajustada para ser contínua atendendo o estoque de produtos acabados em caso de variabilidade da demanda e usando a capacidade máxima de produção do sistema. 

Os métodos de custo-padrão, centro de custos, unidade de esforço da produção ou custo ABC podem ser aplicados considerando o nível de desenvolvimento da tecnologia da informação e do conhecimento e o grau de sistematização aplicado. 

A indicação é de usar o custo ABC que permite identificar os custos das várias atividades e entender seu comportamento, encontrando as relações entre os produtos e as atividades executadas mantendo foco em se estabelecer direcionadores de custo para indicar, além do tipo de custo a quantidade a ser alocada, considerando também os custos de complexidade. 

Os direcionadores de custos são elementos que indicam a origem dos esforços realizados para determinada operação e que podem ser transferidos para o custo do produto. Assim o grau de detalhamento e ordenação dos custos ao produto é mais real e traduz uma melhor base para análise dos gestores da produção. Atualmente os sistemas de gestão avançados trabalham a teoria das restrições criando indicadores de trhoughput accounting que focam reduzir os níveis de estoque e despesas operacionais para aumentar o ganho.

Referências:
SCHIER, Carlos Ubiratan da Costa. Gestão de custos. Curitiba: Ibpex, 2006.

domingo, 17 de junho de 2012

Gestão de Produção



Para que uma organização seja bem sucedida em seu ramo de atuação não basta somente contar com as ultimas novidades tecnológicas, um belo quadro de colaboradores se os setores produtivos da empresa estão trabalhando de forma concorrente, sem nenhuma integração. Não basta desenvolver o projeto de um novo produto sem realizar uma pesquisa para saber quais são as demandas do mercado, sem a participação de uma equipe multidisciplinar para que todos os aspectos do projeto sejam discutidos e trabalhados ao máximo para que se consiga o resultado esperado. Para que isso ocorra é necessário que os gestores possuam ou desenvolvam uma visão sistêmica. 

Segundo Paranhos (2007) numa fábrica, podemos considerar o fluxo de produção como um sistema no qual todas as partes devem estar perfeitamente integradas para que o todo ou o resultado final seja atingido com sucesso. Assim, o mau funcionamento ou o excesso de uma das partes afeta o sistema como um todo, que precisa, portanto, ter mecanismos auto-controladores que proporcionem feedback (realimentação) entre as partes, para que seja possível a correção do rumo. Ainda de acordo com Paranhos, todo processo produtivo funciona como um sistema, onde agem e interagem muitas variáveis, sendo que o próprio operador é uma das variáveis. 

Tendo as variáveis predefinidas no conceito dos 6M, então cabe aos gestores manterem sobre controle estas variáveis e para isso devem ter uma visão global dos processos produtivos, suas interações e relações de causa e efeito em todas as situações para que tenha elementos suficientes para tomada de decisões evitando prejuízos à organização.

Referências

PARANHOS, Moacyr, Gestão da Produção Industrial. Editora IBPEX: Curitiba, 2007;

domingo, 10 de junho de 2012

Gestão de Pessoas e Gestão do Conhecimento (Parte 2-2)

Para quem não leu a parte 1 é só ler aqui. Gestão de Pessoas e Gestão do Conhecimento (Parte 1-2)

Gestão de e por Competências


Outro ponto a se levantar é a Gestão de e por Competências. Segundo Albuquerque e Oliveira (2002) Gestão de Competências é a forma como a organização planeja, organiza, desenvolve, acompanha e avalia as competências necessárias ao seu negócio. Gestão por Competências é um plano de desenvolvimento profissional, cujo foco deixa de ser função/cargo e passa a ser os conhecimentos, habilidades e comportamentos individuais valorizando o trabalho de equipe e a busca continua de melhores resultados. 

Competências são conjuntos de conhecimentos, habilidades e experiências que um profissional/organização necessitam para realização de suas funções. 

Nem sempre é possível encontrar um individuo com todas as competências necessárias a função, então se contrata aquele que mais se aproxima do exigido e o trabalha de forma a aprimorar seus conhecimentos, através de treinamentos dentro da própria empresa e ás vezes quando necessário até mesmo em outras empresas, com funcionários mais experientes e principalmente através da liberdade de tentar e poder errar, é claro dentro de limites estabelecidos entre as partes. O ser humano aprende fazendo, errando e assim descobrindo novas formas de realizar as coisas. Inovações só vão ocorrer se houver liberdade para arriscar. Montar equipes onde as competências se complementem e haja desenvolvimento e trocas de conhecimento na busca de melhores resultados também é uma alternativa interessante.

Conclusão

Como resultado dessas ações ocorrerá à contratação de diversos tipos de profissionais de diferentes áreas com suas experiências, conhecimentos e vivências, bagagem que o profissional vai adquirindo ao longo dos anos. Essa diversidade no contexto de Gestão do conhecimento se disseminará dentro da empresa gerando um conhecimento comum à empresa, e o desenvolvimento desse conhecimento e seu compartilhamento tornarão a organização mais competitiva. Com uma boa gestão tanto de conhecimento como de pessoas alinhados a uma boa estratégia corporativa fará com que a empresa sofra menos com a rotatividade de colaboradores, prepare melhor sucessores para setores importantes da organização criando-se assim uma nova mentalidade na organização. 

Tudo isso só será possível com a participação da Alta Administração não só na apresentação da Estratégia Empresarial mas também na criação de metas desafiadoras e motivantes. O desenvolvimento de uma cultura organizacional voltada à inovação, experimentação e aprendizado contínuo comprometido com resultados.

terça-feira, 5 de junho de 2012

Gestão de Pessoas e Gestão do Conhecimento (Parte 1-2)

Júlio César Pereira
Darlan Deparolis
Marcelo Rabelo

Introdução


No momento atual onde o mundo está se tornando cada vez mais globalizado e moderno, produtos e serviços não têm valor em si mesmos. São as pessoas que lhes dão valor. (Sônia Gurgel, 2010). 

É necessário que as empresas busquem novas ferramentas e técnicas para se manterem competitivas no mercado e também manter o material humano que possuem. Duas dessas ferramentas são a Gestão do Conhecimento e a Gestão de pessoas. 

Segundo Drucker (1994), a Gestão do Conhecimento trata o gerenciamento do conhecimento como ativo, de forma a buscar sua disseminação e preservação. A informação e o conhecimento são as armas competitivas da nossa era. 

E quem possui esse conhecimento são as pessoas, colaboradores da empresa. Aí entra o papel da Gestão de Pessoas/Área de RH, que tem o papel de desenvolver estratégias para seleção e retenção destes colaboradores, além de criar um ambiente agradável de trabalho.

Gestão de Pessoas, Gestão do Conhecimento e Estratégias Corporativas.


Como dito anteriormente as pessoas e os seus conhecimentos devem ser tratados como ativos da companhia, agregadores de valor. Mas para que isso ocorra primeiramente devem-se definir quais são as estratégias da empresa, o que a empresa almeja e como atingir essa meta, sua visão, missão e valores. Junto com a área de RH devem criar estratégias de forma a:
  • identificar as competências necessárias à organização;
  • fortalecer competências das lideranças; 
  • promover o comprometimento de toda a organização; 
  • assegurar que estas estratégias estejam alinhadas como o planejamento da empresa. 
Após esta etapa a área de RH buscará captar os profissionais que se encaixem nessas competências para serem colaboradores da organização. 

A Gestão do Conhecimento vem para complementar a Gestão de Pessoas. Ela vem gerir o conhecimento de forma que ele não fique restrito ou armazenado em uma pessoa ou setor da organização, mas sim que ele seja disseminado dentro da organização. A Gestão do Conhecimento busca a criação de uma base comum de conhecimento através de grupos de trabalho, maior colaboração entre departamentos, um ambiente agradável de trabalho que retorna novamente a Gestão das Pessoas e estratégias da organização.
                             

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Lean Seis Sigma para Serviços(Michael L. George)


Como aplicar Lean Seis Sigma em serviços? É o que o autor desse livro revela. A aplicação de ferramentas estatísticas e ferramentas Lean simples que reduzirão custos e acelerarão processos e transações de serviços. Ferramentas Lean como "sistemas puxados" e "redução de setup" utilizadas para obtenção de recursos, escritórios governamentais, salas de cirurgias, call centers, P&D e muitos outros. Verá porque os serviços estão repletos de desperdício e prontos para os benefícios de Lean Seis Sigma.

O livro conta com estudos de casos que detalham as mudanças drásticas de serviços em organizações como hospitais, bancos, prefeituras e setor de auto-peças. É possível ver como reduzir custos reduzindo a complexidade de processos, utilização de ferramentas para oferecer serviços de melhor qualidade, melhorar tempo de resposta e também como selecionar os projetos a serem realizados baseados no valor para o acionista.

Este livro ajudou muito no desenvolvimento do meu TCC sobre o assunto e recomendo. Possui vários exemplos e estudos para que haja um bom entendimento e também uma linguagem que permite boa compreensão dos conceitos aqui apresentados.

domingo, 20 de maio de 2012

Onde a evolução tecnológica irá nos levar?


Ontem assistindo ao último capítulo da série Battlestar Galáctica(2003-2009), me veio na cabeça a ideia de escrever sobre os rumos que estamos tomando. Na série em um sistema solar distante os humanos vivem em um série de planetas conhecidos como as Doze Colônias. No passado as Colônias estavam em guerra com os Cilônios(Cylon em Inglês) criados pelos próprios humanos para realizarem tarefas que os humanos não mais queriam fazer. Todos vão pensar que é apenas mais uma série de Ficção Científica mas Galáctica é muito mais do que batalhas espaciais, nela a humanidade discute religião, relações pessoais, há jogos políticos, luta pela sobrevivência das mais diversas maneiras, revoluções e do que somos capazes de fazer em momentos de desespero.


Mas o objetivo deste post e comentar sobre o que vários autores já escreveram, vários filmes já mostraram, que é a evolução tecnológica que estamos vivendo. Inteligência Artificial, criação de robôs, automatização de residências, vigilância através de computadores e internet, viagem no espaço e desenvolvimento de armamento. Em Eu Robô de Asimov, temos exemplos de máquinas que se voltam contra seus criadores pois estes descobrem a tendência que o ser humano tem de se autodestruir e uma de suas regras é proteger os seres humanos e assim vários outros filmes e livros discorrem sobre a mesma ideia. Battlestar Galáctica já parte para a ideia de que as máquinas se sentem escravizadas  e desvalorizadas pelos seres humanos e lutam por sua liberdade, deixam o planeta e voltam 40 anos depois mais evoluídos para se vingar dos humanos. Em o Homem Bicentenário o robô principal do filme busca de toda forma sentir e viver como um humano. Será que algum destes cenários irá acontecer? Não sei, mas acredito que devemos considerar todas as possibilidades para não cometermos mais erros que podem colaborar ainda mais com o nosso fim.

Quem quiser mais informação sobre a série Battlestar Galáctica clique aqui, ou pesquise no Google.

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Cursos Gratuitos FGV - Fundação Getúlio Vargas

Por Júlio César Pereira
A Fundação Getúlio Vargas oferece cursos gratuitos em seu site. A FGV é a primeira instituição de ensino do Brasil que se tornou membro do OCWC( Open Course Ware Consortium) que é um Consórcio de instituições de ensino que oferecem conteúdos e materiais didáticos de graça pela internet. O cadastro só é necessário há aqueles que quiserem uma declaração de conclusão ao final do curso.
O Site possui cursos na área de Finanças Pessoais, Sustentabilidade, Inovação, Venture Capital, Empreendedorismo, Direito, Metodologia, para professores de ensino médio e áreas diversas.

Quem tiver interesse em conhecer os cursos clique aqui ou acesse:

http://www5.fgv.br/fgvonline/CursosGratuitos.aspx.

Para quem tiver interesse em outros cursos, acesse as postagens abaixo:

-> Cursos Gratuitos na área de TI

-> Dicas de Cursos Gratuitos

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Cursos gratuitos na área de T.I

Para quem tem interesse em cursos na área de TI a Intel através do site Next Generation Center oferece cursos gratuitos na área com certificação. São cursos de diversos tópicos diferentes como: Confiabilidade, Pequenas e Médias Empresas, Segurança entre muitos outros. Para participar dos cursos e receber a certificação é necessário se cadastrar no site.

Abaixo seguem alguns cursos em destaque no site:

  • Business Value ->Entenda a relação custo x benefício envolvida na compra de cada componente tecnológico dentro de uma empresa.
  • Gerenciamento Integrado -> O mundo gasta trilhões de dólares com TI. A Intel e seus parceiros já têm as primeiras soluções para reduzir esse custo.
  • TI na Educação -> O excesso de informação está mudando a forma de educar. Conheça o papel da Tecnologia de Informação neste cenário.
  • ERP II -> O excesso de informação está mudando a forma de educar. Conheça o papel da Tecnologia de Informação neste cenário.
Caso o link acima não funcione clique aqui para acessar o site ou digite Next Generation Center no Google.

Na postagem anterior, Dicas de Cursos Gratuitos, também existe um link para cursos na área de Governança de TI, desenvolvimento de software, e outras áreas como banco de dados, redes e financeira. Há quem interessar é só dar uma olhada lá.
Leia também: Cursos Gratuitos FGV - Fundação Getúlio Vargas

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Melhorando a velocidade de um processo.



Tem pessoas que tem a incrível capacidade de complicar as coisas ao invés de simplificá-las. Muitas atividades poderiam ser mais rentáveis ou simplesmente mais rápidas se houvessem menos complicações em seus processos. Criam-se etapas que não agregam nenhum valor a atividade desenvolvida e muitas vezes não percebem isso sem um estudo detalhado da mesma ou a visão de alguém que está fora do processo. Segue abaixo um exemplo e sua solução.
Em uma empresa de engenharia, toda vez que um projeto necessitava de alteração o mesmo devia passar por sete gerentes para análise e assinatura. O problema é que passar por todos os gerentes gastava um tempo relativamente grande, que gerava problemas para o processo de fabricação, pois impedia a correção de defeitos nos projetos e produtos baseados nesses projetos. Feito um estudo descobriram que cinco dos gerentes não possuíam conhecimentos especializado que contribuísse com o processo, somente dois deles precisavam analisá-las e aprová-las, para colocar o processo em movimento. Os outros gerentes agora recebem apenas notificações das modificações realizadas, pois ter esses conhecimentos lhes era útil. (George; Michael L., 2004, p. 49)
Está solução foi encontrada utilizando os princípios de Lean e Seis Sigma. Reduziu-se o tempo necessário para a modificação do projeto e consequentemente na correção de produtos baseados nesses projetos.

Para quem tem interesse em atuar na área ou apenas buscar soluções para seus processos sejam eles em pequenos escritórios ou grandes empresas sugiro os livros indicados abaixo, que trazem vários conceitos mesmo para quem nunca ouviu falar dessas duas filosofias e exemplos de aplicação. O primeiro livro faz uma abordagem mais para serviços enquanto o segundo faz uma abordagem mais generalizada dando exemplos da utilização de Lean Seis Sigma até em nossa vida pessoal.

Referências Bibliográficas

GEORGE, Michael L. Lean Seis Sigma para Serviços. Rio de Janeiro Qualitymark, 2004.
GITLOW, Howard S. A guide to Lean Six Sigma Management Skills. Boca Raton Auerbach Publications, 2009.




terça-feira, 3 de abril de 2012

Querendo abrir seu próprio negócio?



Trabalhar por conta própria, fazer seu próprio horário,  ah o chefe não faz nada só manda fazer é o que várias pessoas pensam sobre ser o dono de seu próprio negócio. Ledo engano. Uma pessoa que pretende se tornar empreendedor tem que ter na cabeça que o trabalho será bem maior, pois a empresa é dele, ele tem que organizá-la, escolher e contratar empregados(se for possível, senão, ser responsável por todas atividades), delegar suas funções e criar maneiras de fazer essa empresa dar lucro.

Agora se realmente deseja se tornar um empreendedor, procure saber se sua ideia realmente irá gerar um bom negócio, procure orientações com empresários que conhece ou junto ao SEBRAE que oferece cursos online gratuitos, softwares, guias de orientação e muitas outras ferramentas.

Ainda não sou um empresário, mas já fiz alguns cursos do SEBRAE, participei de palestras, e garanto que me ajudaram muito na definição de passos e ideias a seguir para não entrar em uma canoa furada.

segunda-feira, 2 de abril de 2012

Livro 1984 - George Orwel

Por Júlio César Pereira
Transcrição de um trecho do livro 1984.

"Havia uma série de departamentos autônomos que tratavam de literatura, música, teatro e divertimentos proletários em geral. Neles eram produzidos jornalecos ordinários que continham pouca coisa mais que notícias de esporte, polícia e astrologia, sensacionais noveletas de cinco centavos, filmes transbordando sexo e cançonetas sentimentais compostas inteiramente por meios mecânicos numa espécie de caleidoscópio especial denominado versificador."
Alguma semelhança com os dias atuais? Deve ser desse tal versificador que tem saído várias das memoráveis músicas que têm feito sucesso ultimamente. Um livro muito interessante que trouxe um termo conhecido dos brasileiros atualmente que é o Big Brother. 
Há quem interessar 1984 é um livro de George Orwel(1903-1950) escrito em 1949. Orwel também é conhecido pelo romance a Revolução dos bixos.

terça-feira, 27 de março de 2012

Automação Residencial

Por Júlio César Pereira
Imagine você no trânsito parado por um instante que seja, você pega seu celular e com alguns cliques a banheira em sua casa começa a encher, liga também o ar condicionado para que a temperatura esteja agradável no momento de sua chegada do trabalho. Essas e outras mordomias estão disponíveis há uma pequena parte da sociedade. As casas inteligentes já são realidade no Brasil e graças a queda do dólar e aumento da produção de alguns desses equipamentos vem tornando essas tecnologias disponíveis a uma porção maior da sociedade. Hoje é possível instalar em sua residência uma fechadura com leitor biométrico por uma média de R$1500,00. 

 

O que é Automação Residencial?

Automação residencial é a capacidade de integrarmos diferentes funções dentro de nossas residências como controlar a iluminação ou persianas através de um único controle. Por exemplo: você pode ligar, desligar ou variar a intensidade da luz, ou abrir e fechar as persianas através de um celular, um painel de controle na sua parede, um tablet. E é possível integrar seu sistema de home Theater, persianas, iluminação, ar condicionado através de IPad, deixando destacados os canais que você mais assiste.

Para 2011 havia uma estimativa de faturamento de R$200mi nessa área no Brasil. Segundo a Aureside - Associação Brasileira de Automação Residencial - existem em média 1 milhão de residencias no país com potencial de automação. Ou seja uma ótima oportunidade de negócio.


Para mais informações sobre a área pesquise no link abaixo e futuramente falarei mais sobre o assunto e as diferentes tecnologias utilizadas.

E ai o que acham? Já conversei sobre o assunto com pessoas  que acharam isso o cúmulo da preguiça, que vai criar mais e mais sedentários. Eu particularmente acho interessante, além de poder ser utilizado para melhoria da segurança residencial e até mesmo economia de energia que é assunto para outro post. Deixem seus comentários.

domingo, 25 de março de 2012

Tendendo ao Infinito

Apesar do nome do blog o objetivo desse blog não é discutir limites ou outras questões matemáticas, talvez apresentar alguma dica ou outra de vez em quando. A ideia aqui é apresentar ideias na área de tecnologia, engenharia,acontecimentos e discutir sobre elas, e ver para o que/onde estamos tendendo. Espero que participem do blog. Até a próxima postagem.